A publicação dos resultados de grandes concursos públicos, como o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU2), traz consigo um desafio clássico da era da informação: o excesso de dados brutos e a escassez de informações estruturadas. Os editais e listas de classificação são tornados disponíveis pela banca (FGV) em arquivos PDF extensos, com centenas de páginas, o que torna a consulta individual e a compreensão da posição relativa no certame uma tarefa árdua para os candidatos.
#Introdução: O Problema da IA “Presa na Caixa”
Apesar dos avanços impressionantes na inteligência artificial, uma barreira estratégica tem limitado seu verdadeiro potencial: o isolamento. Assistentes de IA, embora brilhantes, operam como gênios presos em uma caixa, com conhecimento “congelado no tempo” e incapazes de interagir com o nosso ecossistema de dados e ferramentas em tempo real. Esse desafio de superar o “isolamento de dados em tempo real e sistemas legados” é o que impede a transição da “IA Generativa”, que cria conteúdo, para a “IA Agêntica”, que executa ações.
(tradução adaptada do blog de Rebecca Barter)
Tenho uma confissão a fazer: agora estou virando também usuário de Python. Para ser justo, usei Python aqui e ali ao longo dos anos, mas nunca foi minha linguagem principal (sempre foi R). Este ano foi a primeira vez que tive que realmente me sentar e usar Python para projetos reais. Na verdade, não só tive que usar Python, mas também tive que ensinar Python. Para aqueles que ensinam, vocês sabem que a melhor maneira de garantir que conhecem algo muito bem é ensiná-lo. O resultado final é que agora me considero também um usuário de Python.